Desde que Linda fugiu de Portugal para não ser presa pela suposta morte de Anselmo, Cátia culpa a irmã por todo o mal que aconteceu à família, inclusive a morte do pai de ambas. Quem vai tentar lucrar com isso é Ângela, a grande vilã da história, que tenta fazer com que a jovem roube a letra da canção a Linda e lha dê. Veja o que vai acontecer:

No café da família Sousa Ribeiro, Linda sugere a Mel e Cátia fazerem, juntas, uma banda. Mel fica radiante com a ideia, mas Cátia fica com ainda mais ciúmes da irmã, por vê-la a ter sucesso no mundo da música novamente. Num tom de revolta, afirma que está cansada de não ter uma vida própria e não quer fazer parte de uma banda com a sobrinha e a irmã.

«Mas a banda também és tu», responde Linda. Cátia reage, dizendo: «Percebi que já não sou. E vim dizer-te para ficares só tu e a Mel, vocês entendem-se como ninguém». De seguida, sai dispara, não deixando a mãe de Mel falar.

«Está aqui a letra da música que a Linda escreveu»

Mais tarde, Cátia entra na editora e dirige-se a Ângela. Com ela, a jovem leva a letra original de "O Lado do Amor". A vilã fica radiante e garante que a rapariga tomou a decisão correta e que a partir daquele momento a sua vida vai melhorar, pois oferece-lhe emprego como costureira de uma cantora. Cátia sai do escritório da dona da editora e arrepende-se do que fez à irmã.

Horas depois, Ângela entra no escritório de Romeu e mostra-lhe o papel com a letra. O cantor fica contente e confuso ao mesmo tempo, pois quer saber como é que a cunhada conseguiu o documento. Ângela diz que isso não interessa, mas afirma não ser uma amadora e que não deixou nenhum rasto para trás.

De seguida, Romeu, sob pressão da vilã, pega no papel com a letra e queima-o. «Isto é uma pedra no nosso sapato há 20 anos. Já chega de sentimentalismos», diz Ângela, triunfante. Segundo a empresária, o plano de Romeu neste momento é apoiar-se na família e lutar contra as acusações de Linda, pois agora ela é que é a grande mentirosa.

Romeu concorda, mas na verdade fica arrasado ao ver o papel ser destruído, pois é uma parte da sua vida que morre ali.