Madrinha da Casa da Palmeira há 10 anos, Cláudia Vieira embarcou numa aventura na compra dos presentes para os mais carenciados. Neste ano atípico, a atriz tenta colocar um sorriso naqueles que mais precisam. Afirma que o Natal é uma época propicia a esse tipo de apoios e que devemos estar mais disponíveis para os outros.

«Dezembro é um mês de partilha e entrega»

Embora a solidariedade seja alta nesta altura do ano, Cláudia Vieira afirma que não devemos apenas pensar nos outros só nesta altura, pois as necessidades existem durante todo o ano. Revela que sempre que pode, faz questão de ajudar. Só não o faz quando não pode mesmo. Até porque, na sua opinião, todos nós devemos ter um espírito voluntário.

Sobre o ano de 2020, a artista partilha que foi um ano muito difícil, devido às constantes mudanças a que estamos expostos. Quatro meses após ter a segunda filha, Caetana, de 1 ano, viu-se fechada em casa em isolamento, o que lhe originou alguns dias difíceis.

Ao mesmo tempo, revela também ter tido mudanças a nível profissional e que O Noivo é que Sabe foi uma agradável surpresa. Completou-a como apresentadora e como pessoa.

Mais recentemente, Cláudia e a sua família foram infetados pela Covid-19. Esta revela que esteve bem, mas com uma dose de incerteza à mistura. O não saber se haverá complicações ou se deixa sequelas perturba um pouco o bem estar de quem passa por isso.

«O que provoca realmente a angústia é o medo do futuro»

Por fim, sobre os desejos para 2021, Cláudia Vieira partilha que espera poder abraçar os seus amigos e familiares e disfrutar mais da sua companhia sem nenhuma limitação. Revela que só quando somos afetados por algo diretamente é que aprendemos a valorizar os afetos e os carinhos.