O passado de Iva Lamarão foi marcado pelas inseguranças com o corpo e pelo bullying que sofria por parte dos colegas.

O livro "A Meio Caminho" surge como uma forma de ajuda a quem possa estar a passar por experiências semelhantes. "Não é uma autobiografia, porque ainda tenho muita coisa para viver, espero eu! Basicamente, é um livro onde falo das minhas vivências ao longo dos anos- porque o público não me conhece- e que me definem como pessoa. Achei que faria sentido para inspirar outras adolescentes e mulheres.", revela em entrevista à revista Caras.

A moda e a televisão trouxeram estatuto e ajudaram a ganhar segurança em si. "A partir do momento em que já não me criticavam da mesma maneira, comecei a ganhar confiança. Gostava do que via nos meus trabalhos. Sempre me vi como um patinho feio, só muito recentemente, com a maturidade, a idade e até com experiências mais negativas, fui olhando para mim para me aceitar como sou".

As fragilidades desapareceram e hoje orgulha-se do seu corpo. "Gosto de mim como sou, magra, e não mudaria nada, é a minha característica e identidade".

Na mesma entrevista Iva revela que gostaria de se voltar a apaixonar mas sem pressões. "Não vivo a pensar nisso, tenho uma vida tão equilibrada, saudável, cheia de amor, alegria e bons amigos, que tem de valer a pena".

Acrescenta ainda "O amor tem de nos acrescentar algo e não tirar espaço e tempo, não pode ser algo que nos diminua".

Em relação ao futuro, a repórter do programa da SIC, não tem pressas. "Só o tempo dirá como será o caminho que ainda me falta percorrer".

                                                                                                                              Fonte: Caras