Joana Cruz, no dia 15 de janeiro, anunciou nas suas redes sociais que lhe tinha sido diagnosticado cancro da mama. Esse foi o primeiro dia dos cinco meses que vai estar em tratamento.

A radialista teve que interromper o trabalho na RFM e nos podcasts que estava a fazer para o Sporting, "ADN de Leão", para evitar um possível contágio de Covid-19 que poderia comprometer o seu tratamento.

Em entrevista à revista Caras, Joana conta como digeriu a notícia do diagnóstico. "Claro que me caíram algumas lágrimas. Mas não fiquei dias a chorar. Enchi o peito de ar e percebi rapidamente que o importante era olhar em frente e saber como resolver, para me sentir segura nas mãos de profissionais recomendados".

É com positivismo que encara a doença. E o apoio da família, amigos e colegas de trabalho e as inúmeras mensagens que tem recebido dos fãs também ajudam a manter o ânimo.

Joana decidiu divulgar a doença porque não queria que as pessoas que estão a passar pelo mesmo se sentissem sozinhas. "Não ia querer desaparecer sem dizer nada e fazer do meu caso um exemplo de naturalidade para os dias de hoje. É importante que não seja assunto tabu quando está, infelizmente, a acontecer cada vez mais, nas mais diversas idades".

Atualmente, surgem 6000 novos casos de cancro da mama por ano em Portugal, o que equivale a 11 novos casos por dia.

Na mesma entrevista, aproveitou ainda para deixar uma mensagem para toda a gente que também está a travar a luta contra o cancro.

"O importante, além de bom acompanhamento médico, é continuar a sorrir, para levar a situação da forma mais positiva possível. Porque o ânimo com que se está nas coisas dita metade do sucesso ou, pelo menos, a forma como se passa pelo processo", garante Joana Cruz.

A doença não lhe tira o sorriso e considera que é importante, todos os dias, agradecer tudo o que acontece na vida.

                                                                                                                     Fonte: Caras