O cerco de Vladimir à volta de Eduarda está cada vez mais apertado. O russo liga-lhe e ainda que não lhe apeteça atender, fica com medo das consequências e acaba por falar com ele. Vladimir exige que ela lhe devolva o dinheiro que ele investiu na sua campanha eleitoral e do qual não teve retorno algum. Eduarda ainda tenta explicar-lhe que não tem esse montante mas o russo não quer saber. Eduarda ainda tenta sensibilizá-lo: “Acabei de ser vítima de uma tentativa de homicídio. Tenho muito em que pensar”. Mas Vladimir não se comove: “É uma história comovente, sem dúvida, mas eu só quero o meu dinheiro. Investi muito na tua campanha e não vi retorno nenhum. Vais ter de me pagar tudo o que investi”.

Para ganhar tempo, Eduarda diz-lhe que está quase a conseguir com que o atual presidente lhe autorize o projeto do polo mas Vladimir não acredita e ameaça-a: “Acabou a brincadeira! Não quero polo universitário nenhum, quero o meu dinheiro. Se não pagares, pagas com a vida”, e desliga a chamada.

Eduarda fica com medo de que Vladimir atente contra a sua vida e sem alternativa decide vender parte do olival e fala com a sogra. Mercedes fica surpreendida uma vez que a nora sempre quis ser a dona de tudo e questiona-lhe para que quer tanto o dinheiro. Eduarda não lhe responde. Ainda assim, Mercedes refere que terá de perguntar a Francisco se está interessado em comprar a parte dela.

Eduarda sente-se perdida, principalmente por ter morto Jorge já que ele era o único que a podia proteger.