A conversa começou com o lamento do jogador por se encontrar afastado da vida profissional há cerca de dois anos, um período que define como sendo “terrível” e “bastante complicado”. No entanto, tem sido aliciado para vários projetos mas não os aceitará , pelo menos para já, enquanto mantiver a esperança de poder voltar aos relvados.

Na vida pessoal, Yannick Djaló confessa-se realizado ao lado de Daisy Gonçalves, a namorada que define como sendo a sua “melhor amiga”, e de Chrystyan, o seu filho mais velho.

Mais complicada está a relação com as suas outras duas filhas: Lyonce e Lyannii, filhas que tem em comum com Luciana Abreu. Djaló não as vê há cerca de um ano, situação que o levou a ter reuniões de 15 em 15 dias com as psicólogas que estão a acompanhar o processo.

O jogador está otimista: “Eu e a Luciana temos trocado e-mails. As coisas parecem caminhar para bom porto”, revela. O que não volta é o tempo que se perde entretanto: "Será difícil recuperar esse tempo perdido que são cerca de quatro anos. Elas começam a ter noção de tudo o que se passa à volta e não têm o pai. As colegas falam do pai, elas [as meninas] não falam do pai e têm, se calhar, uma mágoa que lhes foi incutida”.

Yannick Djaló lamenta que não lhe seja dada oportunidade de esclarecer tudo com as filhas e considera que elas “têm uma ideia errada do pai” pois ainda que ele não esteja presente "nunca as tratou mal, nunca lhes bateu”.

Conta ainda um episódio em que decidiu ir à escola das filhas, depois de Chrystyan lhe pedir para estar com elas. Tanto o irmão como o pai conseguiram ver as meninas mas Luciana Abreu não permitiu uma aproximação: “Elas passaram por nós, olharam, mas não falaram. Entraram no carro com a mãe e seguiram”. No entanto, desabafa: “Quando o carro arrancou, elas disseram adeus” e “aquele adeus é que conta e ficou na memória”.

Para culminar a conversa, o apresentador questiona se existem ressentimentos para com a mãe das filhas ao que Yannick responde: “Nunca tive problemas com a Luciana. Só lhe desejo o melhor para ela. Não tenho maldade. Na minha opinião, ela foi maldosa nas coisas que disse, na intenção que teve, mas não me atingiu em nada”.